PÁGINA DE IMPRENSA DE PEDRO LARANJEIRA20 setembro 2012

 PRÓSTATA SEM CIRURGIA 

  MAIS DE 600 HOMENS "SALVOS DA FACA"  ATÉ HOJE  

NOVO TRATAMENTO PARA A HIPERPLASIA BENIGNA DA PRÓSTATA

JÁ NÃO É PRECISO RECORRER À CIRURGIA

...a partir de agora, NEM FACA NEM IMPOTÊNCIA PREMATURA!

um artigo de  

Pedro Laranjeira    

Quando se escreve sobre saúde, é costume referir a taxa de incidência das doenças na sociedade, quer em número de pacientes num determinado universo, quer na percentagem da população atingida.

Este é um caso especial, porque a hiperplasia da próstata é um problema que não se situa dentro de margens percentuais:

atinge TODOS os homens, mais cedo ou mais tarde, é apenas uma questão de idade!


Sendo uma doença que só aparece em idades avançadas, torna-se particularmente relevante numa ocasião em que a esperança de vida aumenta continuamente.

Mas vamos a números, no concreto:

A partir dos 60 anos de idade, a incidência é de 65%; entre os 70 e os 80, sobe para 80%, entre os 80 e os 90 para 90% e a partir dos 90 o número é mesmo 100% - todos!

Por outras palavras: ou se morre antes ou acaba por se sofrer da doença.

Trata-se, portanto, de um mal a que não se pode fugir.

Há que lidar com ele da melhor maneira, porque faz perder completamente a qualidade de vida, a dignidade e a hipótese de uma existência feliz.

Até hoje, todas as soluções implicavam sofrimento, mudança radical de hábitos, medicamentos extremamente caros para o resto da vida e a perda total da capacidade sexual.

 

Tudo mudou graças à iniciativa de um cientista português que, com investigação, descobriu uma forma de melhorar a doença, sem cirurgia, sem internamento hospitalar e sem alteração da actividade sexual ou até da sua melhoria.

Trata-se do Dr. João Martins Pisco, um cientista português que se tem revelado um médico pioneiro ao nível dos melhores do mundo.

O Dr. Pisco era já comecido pelo tratamento de mulheres com fibromiomas uterinos, a quem cura sem cirurgia, permitindo a manutenção dos órgãos reprodutores e a capacidade de ter filhos.

Agora encontrou uma solução da mesma grandeza para os homens e é o único médico no Mundo a fazer este tipo de investigação.

Tudo começou no início de 2009 e todos os pacientes até agora tratados fizeram com que se atingisse uma taxa de sucesso superior a 90%, o que para uma nova terapia acabada de inventar é um número extraordinário.

Dos 24 pacientes iniciais tratados com êxito, nove estavam algaliados e não podiam, portanto, ter relações sexuais. Todos renasceram para uma vida nova, com qualidade e um futuro em que podem agora confiar.

O primeiro doente que se quis submeter à investigação de Martins Pisco, para além do valor emblemático de ter sido o primeiro, adquiriu dimensão histórica no currículo e na memória do pioneiro português. Tratou-se de um seu amigo pessoal, de 78 anos de idade, que lhe confidenciou que estava numa fase de completo desespero por estar algaliado havia 3 meses e estar a chegar a um ponto em que já não aguentava mais aquilo em que a doença lhe transformara a vida. Foi tratado, abandonou por completo a medicação e telefonou, um ano depois, a comunicar, feliz, que ia ser pai: a esposa, de 39 anos, estava grávida.

Mas vamos a factos, quanto à doença e a esta nova investigação revolucionária que significa uma nova esperança para os homens - para todos os homens.

O QUE É A HIPERPLASIA BENIGNA DA PRÓSTATA

Com o avançar da idade, a próstata "incha", aumenta de volume. Trata-se de uma proliferação adenomatosa, não maligna, que pode obstruir as vias urinárias inferiores. É o tumor benigno mais comum no homem.

Esta patologia pode começar a aparecer depois dos 40, mas normalmente isso só sucede por volta dos 60 ou mais; a partir daí, a incidência aumenta muito com o passar dos anos e acaba por ser inevitável a partir de uma idade avançada.

SINTOMAS

Os sintomas mais comuns são a dificuldade em urinar, fazê-lo normalmente em pequenas quantidades e com uma vontade frequente, que muitas vezes leva os homens a levantar-se várias vezes durante a noite para ir à casa de banho. O jacto pode ser fraco e intermitente ou mesmo causar dor. Fica-se com a sensação de que a bexiga continua cheia. Por vezes há também perda de sangue.

Estes sintomas podem ocorrer isoladamente ou em conjunto. Quando a situação se agrava, pode chegar-se à retenção urinária, que leva o paciente ao hospital para que lhe seja introduzida uma sonda pela uretra, para esvaziar a bexiga.

                                           DIAGNÓSTICO

Faz-se através de exames médicos, que podem ir do toque rectal à ecografia pélvica por via rectal, análises laboratoriais incluindo Urina II, Glicemia, Colesterol, Triglicerideos, Hemograma, V.S., Creatinina e Ureia, exame PSA (dosagem do antígenio prostático específico), para determinação de existência ou não de neoplasia.

                                             MEDICAÇÃO

É a primeira fase de abordagem ao problema, quando não é ainda muito grave. Usam-se medicamentos, que por norma reduzem a potência sexual em mais de metade dos casos. São eles os antagonistas alfa1 (doxazosina, alfasusina e tamsulosina) e os inibidores da 5 alfa reductase (finasteride e dutasteride). Com o evoluir da patologia, avança-se para uma das várias soluções cirúrgicas que existem.

CIRURGIA

A mais comum é a "prostatectomia a céu aberto", ou seja, a extracção cirúrgica da próstata. Existe também a "ressecção transuretral da próstata" (TURP), em que todo o procedimento é realizado pela uretra.

Outros métodos incluem cirurgia a laser, termoterapia, eletrovaporização, etc., mas com resultados que não se comparam aos das cirurgias clássicas.

As intervenções cirúrgicas estão frequentemente associadas a hemorragia, com necessidade de transfusão sanguínea.

A TURP está sempre associada a ejaculação retrógrada (o esperma vai para a bexiga) e a cirurgia clássica provoca igualmente e ejaculação retrógrada e impotência sexual numa grande percentagem dos pacientes.

Os números "oficiais" apontam para índices de impotência entre os 50 e os 60%, mas o Dr. Martins Pisco, após uma Conferência em que participou recentemente em Tampa, nos Estados Unidos, foi abordado por vários colegas americanos que lhe garantiram que os "números oficiais" eram falsos e que a impotência resultante da cirurgia era de cerca de 100%.

NÃO FAZER NADA

Quando não tratada, a HBP pode levar a graves complicações: cálculos na bexiga, infecções urinárias, insuficiência renal e retenção urinária, que obriga ao uso de algália.

Resolver o problema é sempre inevitável.

A NOVA DESCOBERTA
O CAMINHO DA ESPERANÇA

Trata-se de uma técnica de radiologia de intervenção, chamada "embolização" e que se aplica em determinadas artérias, conforma a doença. É o método que Martins Pisco utiliza já para curar fibromiomas uterinos em mulheres, embolizando-lhes as artérias que alimentam os miomas, e que agora encontrou forma de estender aos homens, para intervir na próstata.

"Embolizar" significa provocar a oclusão de um vaso sanguíneo, normalmente uma artéria, para diminuir o fluxo de sangue a um determinado local.

No caso da próstata, o seu aumento de volume depende de irrigação sanguínea. O que Martins Pisco faz é "entupir" as artérias que fornecem esse sangue, levando a que ela "mirre", atrofia que surge uma vez interrompida a circulação sanguínea que a irriga.

O processo é rápido (e acredita-se nesta fase da investigação que é também duradouro) e a próstata é preservada, obtendo-se uma diminuição de volume que chegou já, nos casos tratados e no curto prazo desta terapia, a uma redução de 65% do tamanho original.

Conseguido isto, os sintomas melhoram ou desaparecem mesmo, a medicação é abandonada e a potência sexual mantida.

Esta técnica inovadora chama-se "embolização das artérias prostáticas" (EAP) e é uma nova resposta à Hiperplasia Benigna da Próstata.
É minimamente invasiva, não comporta os riscos inerentes a qualquer outra forma de cirurgia e não requer anestesia geral.

. EMBOLIZAÇÃO DAS ARTÉRIAS PROSTÁTICAS .

Tudo começa com uma consulta prévia, exames e algum tempo de preparação, que inclui o abandono dos medicamentos tradicionais, durante alguns dias e até à intervenção.

Chegado "o dia", o paciente apresenta-se no hospital com 4 horas de jejum, é preparado para o tratamento e conduzido à sala de intervenção, onde, sob anestesia local, pode acompanhar todo o processo através dos monitores que orientam os terapeutas.

É introduzido um cateter com 1,5 mm de diâmetro (comparável à agulha de anestesia de um dentista) numa artéria na zona direita da virilha, por onde é injectado um produto, que consiste em microesferas de plástico à base de polivinil álcool, que vai proceder à oclusão
dos vasos sanguíneos que alimentam o lado esquerdo da próstata, passando-se então para a artéria que alimenta o lado direito. Em ambos os casos é preservada a permeabilidade das artérias pudendas internas, o que permite aos pacientes manter a potência sexual.

O evoluir do processo é acompanhado em monitores de uma aparelhagem sofisticada que orienta a equipa, podendo verificar-se, em tempo real, o entupimento dos vasos sanguíneos cuja oclusão se pretende.

 

Artéria ilíaca interna antes da embolização das artérias prostáticas, que já não são visíveis depois.

Todo o processo demora uma a duas horas, durante as quais o paciente mantém a consciência e pode visualizar o tratamento.

 

Volume da próstata antes e depois da embolização

Retirado cateter, está concluída a intervenção, sem dor nem perda de sangue.

DEPOIS DA EMBOLIZAÇÃO

Duas horas após a embolização, o paciente já pode ir à casa de banho pelo seu próprio pé e já urina sem dificuldade.

Três horas depois pode tomar uma refeição ligeira. Volvidas quatro a oito horas tem alta e regressa a casa, mesmo que more a centenas de quilómetros de Lisboa.

O período aconselhado de convalescença é de dois a três dias, mas a maior parte dos pacientes retoma as suas actividades no dia seguinte. Não deve, em qualquer dos casos, ficar acamado, devendo ter um dia normal da actividade física a que esteja habituado.

Na manhã após o tratamento, recebe um telefonema do médico, que volta a contactá-lo uma semana depois e o acompanhará durante três anos.

Todos os pacientes recebem o número de telemóvel do médico, que estará disponível 24 horas por dia.

RESULTADOS

Sem vasos sanguíneos, a diminuição do tamanho da próstata e dos nódulos adenomatosos faz-se gradualmente, verificando-se uma redução progressiva nos primeiros 3 meses após a embolização.

Os pacientes tratados afirmam uma melhoria da qualidade de vida e de estado de espírito, mais optimismo, melhor disposição para as actividades pessoais e profissionais, mais energia e mais espírito criativo. Testemunham ter passado a dormir com maior tranquilidade e alguns referem uma melhoria clara de potência sexual.

A QUEM SE DESTINA

Esta investigação está a ser prioritariamente direccionada por Martins Pisco para doentes com obstrução uretral aguda, hematúria refractária e doentes algaliados durante muito tempo (como era o caso de nove dos 65 intervencionados à data deste texto), particularmente aqueles com indicação cirúrgica absoluta (retenção urinária, insuficiência renal secundária a obstrução prostática, hematúria, divertículo, litíase vesical) ou a doentes a quem uma patologia associada grave torne a cirurgia prostática num risco considerável.

Apesar da embolização ser minimamente invasiva, só deve, contudo, ser efectuado em pacientes com sintomas graves. Por tal motivo, todos os doentes serão avaliados por um urologista da equipa de Martins Pisco, o Professor Luis Campos Pinheiro.

Após o acordo do urologista, o paciente deverá efectuar um exame Angio-TAC Pélvica para avaliação dos vasos da pélvis e da próstata. A fim de evitar qualquer risco, a embolização só será realizada se aqueles vasos não estiverem muito envolvidos pela ateroesclerose.

A avaliação dos resultados da embolização é efectuada periodicamente pelo mesmo urologista. Por se tratar de uma investigação nova e não ainda de um tratamento standard, os resultados tem de ser avaliados periodicamente.

Constitui também uma solução para quem, por motivos religiosos (como é o caso das testemunhas de Jeová), não queira ser submetido a cirurgia ou a transfusões sanguíneas, que aqui não são necessárias mas são normalmente inevitáveis nas cirurgias clássicas.

Finalmente, é uma abordagem inovadora – e agora possível – ao problema dos doentes com diagnóstico de Hiperplasia Benigna da Próstata.

A QUEM NÃO SE DESTINA

Doentes já com diagnóstico de neoplasia próstática (cancro da próstata).

Doentes com aterosesclerose avançada ou grande tortuosidade dos vasos pélvicos, uma vez que não permite a cateterização eficaz das artérias.

BREVE RESUMO DO QUE FICOU EXPLICADO ATRÁS

Com o avançar da idade, TODOS os homens sofrem um aumento de volume da próstata, que atinge os 100% de incidência entre os 90 e os 100 anos - por outras palavras, ou se morre antes ou acaba por se sofrer da doença.

Chama-se "hiperplasia benigna da próstata" - ou HBP - e por norma conduz à extração por via cirúrgica... até há pouco tempo, quando um médico português apareceu com uma solução inédita, que trata a doença numa sessão de poucas horas em ambulatório, permitindo ao paciente ter alta no mesmo dia e ir para casa pelo seu próprio pé, para além de conservar a sua capacidade sexual.

NOVOS DESENVOLVIMENTOS

Depois da extraordinária luta inicial pela afimação do processo, a saga continua!

Permanentemente visitado por especialistas de todo o mundo, o notável médico português que é o Dr. João Martins Pisco dificilmente encontra tempo para dormir, solicitado que é para fazer e ensinar a fazer o que só ele teve a coragem de introduzir nos anais da medicina, a partir de um pequeno Hospital no coração do Bairro Alto lisboeta.

Apontarei aqui, a título de exemplo (existem centenas), o que sucedeu durante o mês de Julho de 2011...

UM MÊS EXTRAORDINÁRIO

Uma equipa de quatro italianos que estiveram no hospital onde Martins Pisco trabalha, a assistir a seis intervenções e a aprender como se faz.

(da esquerda para a direita, os Drs. Cesare Massa Salvzzo, Grosso Maurizio, Professor Martins Pisco, Drs. Lorenzo Paolo Moramarco e Fabio Melchiorre)

A essa data com 119 pacientes tratados com uma taxa de sucesso superior a 90%, Portugal foi palco de mais uma "primeira vez" no mundo: a intervenção num paciente que vivia já com um tubo de cistostomia introduzido através do abdomén na bexiga, dado o grande volume que a próstata atingira (120 gramas).

 

(paciente deitado na mesa de angiografia, com tubo de drenagem da bexiga colocado através do abdómen)               (Enrique Aguirrezabala, Professor Martins Pisco e James La-Giglia, no dia seguinte à intervenção)        

Trata-se de um produtor de televisão de Hong Kong, o jornalista James La-Giglia, então com 48 anos, que optou por esta técnica por querer ainda ter filhos (deslocou-se a Portugal propositadamente para a intervenção).

UMA HISTÓRIA COM FINAL FELIZ

Um dos pacientes tratados nesse mês, que também se deslocou propositadamente a Portugal para se submeter ao tratamento, foi o Dr. Enrique Aguirrezabala , Presidente do Conselho Europeu para o Desenvolvimento Económico (EEDC), que tinha já sido algaliado várias vezes nos 4 anos anteriores.

Com alta após uma intervenção de poucas horas, regressou ao seu Hotel, dormiu uma noite descansado e levantou-se tão bem disposto que resolveu ir nadar para a piscina, onde passou uma boa meia hora.

De tão contente, voltou ao Hospital para uma visita de agradecimento ao Dr. Martins Pisco, que quase pareceu uma festa, com fotografias e tudo...

Este foi apenas um de entre as centenas de pacientes a quem o Dr. João Martins Pisco tem salvo a qualidade de vida e que incluem dezenas de altos dignatários e membros do governo e forças armadas de países de todos os continentes.

(Enrique Aguirrezabala no dia seguinte após a
intervenção e depois de ter nadado 30 minutos)

25.JUL.2011, MAIS UM PASSO DE GIGANTE
ÚNICO, PIONEIRO, UMA NOVA ESPERANÇA

Até então, esta técnica nunca tinha sido aplicada em situações de neoplasia (cancro) - a prescrição era sempre a de extração cirúrgica, dado o quão complicado se torna abordar duas doenças no mesmo órgão: a hiperplasia e a neoplasia.

Na 2ª feira 25 de Julho de 2011, esse status foi alterado: o Dr. João Martins Pisco aplicou o seu tratamento a um doente com cancro, para resolver a hiperplasia, partindo então para um tratamento de braquiterapia, uma técnica recente de radioterapia, para abordar a afeção neoplásica.

NÃO PERDER A CAPACIDADE SEXUAL E A FERTILIEDADE

Uma das coisas que os "velhos do restelo" que continuam a agarrar-se às práticas ultrapassadas da medicina velha se "esquecem" sempre de dizer ao paciente é que a extração cirurgica da próstata e a necessária medicação sequente causam impotência àqueles que ainda mantêm capacidade sexual.

O Dr. Martins Pisco foi aplaudido num Congresso nos Estados Unidos por "pôr o dedo nessa ferida" e esclarecer preto no branco a verdade das coisas.

Com este tratamento, o médico português tem recebido inúmeros testemunhos de homens que ainda queriam ter filhos... e o conseguiram. à data deste texto, quatro dos pacientes tratados já engravidaram as repetivas esposas ou namoradas mais jovens, outros testemunhos decerto se seguirão.

É o caso de um paciente do Dubai, que trouxe trigémios ao seu casamento, bem como o do casal na foto à esquerda, com a felicidade bem espalhada nos rostos pela escolha inteligente de uma viagem a Portugal para a intervenção que permitiu o visível desfecho feliz.

TESTEMUNHOS

Centenas de pacientes têm querido manifestar ao Dr. João Martins Pisco e à sua Equipa ora os resultados após a intervenção ora o seu reconhecimento por eles.

¨¨¨ ALGUNS DESSES TESTEMUNHOS PODEM SER LIDOS AQUI ¨¨¨

A DIVULGAÇÃO

O médico português tem enfrentado problemas consideráveis e oposições de certos lobbies (não deviam, mas existem na medicina), desde que inventou um tratamento para os miomas uterinos nas senhoras, que evita a cirurgia e permite continuar a ter filhos. Agora, com esta técnica que proporciona aos homens a mesma solução, os "ataques" não abrandaram, pelo contrário.

Ele singra no seu caminho, apresentou estudos e resultados ao mais alto nivel da medicina norte-americana - e por tal tem sido frequentemente louvado - granjeando um prestígio e um reconhecimento que se vai alargando a todo o mundo.

O Correio da Manhã e a Free Zone foram alguns dos primeiros que deram visibilidade a este fenómeno, outros jornais e televisões se seguiram, mas a divulgação é claramente pouca para a importância transcendente desta descoberta.

Nos Estados Unidos, após uma comunicação de Martins Pisco à comunidade científica americana em 29 de Março de 2011, a imprensa publicou 222 artigos sobre o tema.

No meu caso pessoal, em relação à terapia semelhante que o Dr. Pisco aplica em senhoras para o tratamento de miomas uterinos, achei tão importante levar o conhecimento deste milagre à opinião pública que escevi um livro onde tudo vem explicado, em linguagem acessível, com fotografias e testemunhos de doentes.

Editado pela  Free Zone, o "Não me tirem o Útero!..." tem despertado mais a atenção das mulheres a quem foram já extirpados os órgãos reprodutores do que a das que têm ou podem vir a ter a doença, apesar de ser um universo de perto de um milhão de portuguesas. As livrarias não se mostram interessadas e os media ignoraram-no completamente, apesar de ser sido enviado um exemplar gratuito a todos os grandes órgãos de comunicação social, a todas as televisões e aos principais "talk-shows" do país...

O mesmo se está a passar com o segundo milagre de Martins Pisco, o da próstata.

Convidados para assistir à data memorável atrás relatada, compareceram três jornais. O serviço público de televisão não foi e houve um canal privado que teve uma atitude no mínimo curiosa: alegou que, como já tinha falado do assunto nesse ano, não o faria outra vez...

Confesso que não percebo bem: um acontecimento de interesse (isto é um assunto de SAÚDE PÚBLICA), mesmo que traga novidades, mesmo que seja um pioneirismo português a nível mundial, só merece ser mencionado no ano seguinte se já o foi neste?... de facto, não percebo...

O FUTURO

Porque lá fora o interesse é grande, em maio de 2012 foi transmitida uma intervenção médica, em direto de Lisboa, para uma das grandes cadeias de televisão dos Estados Unidos, com entrevista a Pisco em tempo real, do teatro de operações onde cura pessoas sem as operar.

Em 22 de setembro de 2011 esteve presente uma equipa composta por médicos dos Estados Unidos e Canadá, que vieram a Portugal para assistir e aprender esta nova terapia. Muitos se lhes seguiram

Em 2 de maio de 2012 o Prof. Martins Pisco foi distinguido em S. Francisco, no Congresso Americano de Radiologia de Intervenção, pelo "melhor trabalho científico", o tratamento inovador da Hiperplasia Benigna da Próstata.

Também têm sido inúmeros os pacientes de nacionalidade estrangeira que se deslocam ao nosso país para se submeter a este tratamento, incluindo vários médicos.

Entretanto, Martins Pisco não pára! Nem vai parar, posso afirmá-lo aqui e agora, deixando desde já uma revelação: em breve ele virá a público com outra descoberta que revolucionará, uma vez mais, os anais da medicina.

Por enquanto fica no segredo dos deuses, que ele já tem inimigos de sobra e estas coisas causam sempre desconforto a quem deveria sentir-se feliz com elas... em devido tempo e quando mo autorizar, divulgarei !

Uma coisa não me sai do pensamento, sempre que escrevo sobre este senhor: apesar de o seu próprio país não lhe dar o reconhecimento que merece ("onde é que já ouvi isto?...) acho que seria de toda a justiça que um dia destes ele fosse convidado a subir a um palco, em Estocolmo! Outro médico português, Egas Moniz, já o fez em 1949 - seria da mais elementar justiça que os milhares de homens e mulheres que a partir de agora e em todo o mundo vão ficar a dever-lhe uma qualidade de vida que ontem não era possível, fizessem chegar a vez a João Martins Pisco, pioneiro e português.

O RECONHECIMENTO CIENTÍFICO

PUBLICAÇÃO RECENTE DA COMUNIDADE CIENTÍFICA SOBRE ESTE ASSUNTO

MARCOS HISTÓRICOS

 30-03-2009 – Primeira embolização a doente com HBP, homem de 78 anos de idade, algaliado havia 6 meses e que continua sem algalia

  14-01-2010 – Completa-se embolização em 18 doentes

   26-02-2010 – No Congresso do Patient Care apresenta-se pela 1ª vez a embolização como terapia para HBP

    16-03-2010 – No congresso do SIR, em Tampa, Estados Unidos, apresentam-se os primeiros resultados preliminares

     13-05-2010 - No Curso pós-graduado da SPRMN dá-se informação sobre a embolização na HBP

      10-06-2010 - Desloca-se a Lisboa um Radiologista de Intervenção Americano para observar a EAP praticada por Martins Pisco

       20-09-2010 - Procedimento oficialmente aprovado nos Estados Unidos

        09-10-2010 - Completa-se embolização nos primeiros 55 pacientes

         25-07-2011 - (125 pacientes) - Primeira intervenção num doente com cancro

          09-11-2011 - (157 pacientes) - Introdução da anestesia por acupunctura na intevenção

           20-05-2012 - Intervenção transmitida em direto para a televisão norte-americana

            28-10-2012 - Atingido o número de 347 pacientes

             29-08-2013 - Atingido o número de 500 pacientes

              27-02-2014 - Atingido o número de 600 pacientes

                27-06-2014 - Atingido o número de 658 pacientes

(dados actualizados em 27 de junho de 2014)


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